Zeitgeist: Adendo
Zeitgeist: Adendo é um documentário dirigido por Peter Joseph, lançado no ano de 2008 como uma sequência do filme de 2007, Zeitgeist: O Filme. Adendo aborda várias questões: o Sistema de Reserva Federal dos Estados Unidos (como emissor de moeda), a CIA (agência de inteligência a serviço do governo), as corporações (mundo empresarial), governos e outras instituições financeiras — até mesmo as religiões —, concluindo que todas essas instituições são corruptas e nocivas para a humanidade, porque a sociedade é baseada em uma economia de escassez com base no uso do dinheiro, que deve ser substituído eventualmente. No final, o filme propõe a utilização da tecnologia como outra solução, embora algumas pessoas acreditem que a alternativa apresentada seja um modelo como o do Projeto Vênus.
O filme é dividido em cinco partes:
1. Introdução (0:00:00)
2. Assassinos Econômicos (0:25:02)
3. Sistema Sustentável (0:54:26)
4. Emergentes Simbióticos (1:32:20)
Segundo o diretor, Peter Joseph, o filme “tenta localizar as causas da atual corrupção social dominante, ao tentar oferecer uma solução.” Ao finalizar, Adendo salienta a necessidade de sistemas de crenças que adotem ideias de emergência e interdependência. O filme descreve as medidas concretas que podem ser tomadas para enfraquecer o sistema monetário, e sugere ações para a “transformação social”, que incluem o boicote: de bancos que compõem o Sistema de Reserva Federal; da grande mídia (que representam apenas a realidade que as grandes corporações estão interessadas); da forças armadas, (que também representam os interesses de corporações e governos, e não do povo); e das companhias energéticas (que, por meio da venda e fornecimento, tentam controlar a nossa capacidade aquisitiva evitando, assim, a nossa liberdade privada).
Também é sugerido que a sociedade deva rejeitar a instituição política, que tornou-se obsoleta, bem como sendo completamente desnecessária, uma vez que a resolução dos problemas não é política, e sim técnica e científica.
Zeitgeist: Adendo estreou no quinto Artivist Film Festival & Awards (Festival de Filmes sobre Ativismo Artístico), em Los Angeles, Califórnia, em 2 de outubro de 2008, e tornou-se público na Internet em 4 de outubro daquele mesmo ano.
Sinopse
O filme começa e termina com trechos de um discurso de Jiddu Krishnamurti. O restante do filme é narrado por Peter Joseph. A primeira parte trata do funcionamento do sistema monetário norte-americano, citando um manual produzido para a estruturação do Federal Bank, intitulado Modern Money Mechanics. É explicada toda a lógica de funcionamento do sistema monetário americano, considerando a aplicação de juros, a criação do Greenback, a falta de lastro, as relações de empréstimo e o controle político por trás deste sistema.
A segunda parte trata do chamado “assassinato econômico”, um grande sistema de controle neoliberal que é desenvolvido por grandes grupos econômicos mundiais centralizado nos Estados Unidos, por meio de políticas intervencionistas (muitas vezes mediados por BIRD e ONU) e a ação dos “chacais” (agentes contratados para corromper governos locais) sobre países financeiramente dependentes após a Segunda Guerra Mundial e a Bretton Woods. Há um depoimento de um ex-agente chamado John Perkins, o qual afirma que participou de algumas destas empreitadas no Equador, Panamá e outros países. O filme sugere o termo “corpotocracy” para este movimento. A Al Qaeda é citada como uma organização fictícia, assim como o uso do termo terrorista para denominar qualquer pessoa que potencialmente ameace os interesses deste mesmo sistema.
A terceira parte menciona o trabalho de um projeto intitulado The Venus Project, conduzido pelo designer e arquiteto Jaques Fresco (contemporâneo de Buckminster Fuller), pregando a eliminação de instituições sociais básicas como a religião, a política, o sistema monetário, e defendendo a tecnologia como caminho de desenvolvimento humano. Nesse sentido, há abordagens “utópicas” e positivistas. Fresco apresenta uma série de desenhos e maquetes para explicar algumas de suas ideias. Soluções como a produção de energia geotérmica, eólica e outras, são citadas como alternativas há muito viáveis para substituir completamente o uso de combustíveis fósseis.
A quarta parte retoma as partes anteriores, sugerindo algumas ações a serem tomadas e explicando um pouco da chamada Revolução Pela Consciência.
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Revisado por Alexey Rickmann
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