Em 1312, a Ordem do Templo foi extinta. Mas enquanto as fogueiras ardiam em França, em Portugal nascia algo maior. D. Dinis, o Rei Poeta e Estrategista, recusou-se a entregar os seus cavaleiros à traição. Nascia a Ordem de Cristo — o sangue eterno da nossa nação.
Este hino é um tributo à coragem de um Rei e à imortalidade de uma Ordem que levou a cruz vermelha do Tejo às Índias, de África à América. Ouça, sinta a chama e descubra como o que quiseram matar se tornou a maior vitória da história de Portugal.
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Letra da música :
[Intro]
(Instrumental – tambores e coro masculino)
Fogo em França, traição cruel,
Grilhões e cinzas, o Belo quis ouro.
Queimou no papel…
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[Verso 1]
Papa calou,
Reis sem apoiar,
Mas nós não morremos,
Não nos puderam calar!
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[Verso 2]
Dinis chamou, reergueu a voz,
Deu-nos lar e espada, deu-nos Portugal.
Dentro das muralhas,
Tomar foi altar.
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[Refrão]
Não nos mataram!
Nem fogo, nem grilhões!
Ordem de Cristo!
Sangue eterno, Nação!
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[Verso 3 – Agradecimento]
Ó Dinis, rei justo, guardião da verdade,
Erguiste Portugal contra a tempestade.
À Pátria devemos a vida e o chão,
Fizemos da cruz o seu coração!
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[Refrão]
Não nos mataram!
Nem fogo, nem grilhões!
Ordem de Cristo!
Sangue eterno, Nação!
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[Coda – Glória Final]
Cruz vermelha!
Pátria viva!
Naus ao mar!
Portugal!
Do Tejo às Índias, África, América,
Demos a volta ao mundo, cruz eterna.
O que quiseram matar tornou-se vitória,
Portugal de Cristo, guardião da memória!
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