André Ventura não esconde a sua posição frontal perante aquilo que chama “as consequências devastadoras do socialismo” em Portugal. Durante os últimos anos, Ventura tem reiterado em diversos discursos que considera urgente interromper um ciclo político que, segundo ele e muitos dos seus apoiantes, tem conduzido o país à estagnação económica, ao empobrecimento progressivo das famílias portuguesas e ao colapso dos serviços públicos essenciais.
A crítica de Ventura centra-se fortemente na governação socialista que, nas suas palavras, privilegia um Estado pesado e pouco eficiente, incapaz de responder eficazmente às necessidades dos cidadãos. O líder do Chega menciona frequentemente exemplos concretos nas áreas da saúde — com listas de espera intermináveis e falta de recursos nos hospitais — assim como na educação pública, marcada pela constante instabilidade curricular e pelas denúncias de falta de professores e más condições escolares. Na justiça, aponta as demoras processuais e a perceção generalizada de impunidade como marcas indesejáveis do modelo socialista.
Em ambientes parlamentares ou em contacto direto com cidadãos, André Ventura faz questão de ouvir relatos reais sobre dificuldades sentidas no dia-a-dia. Muitos portugueses têm partilhado opiniões semelhantes à do político: falam em impostos elevados sem retorno visível nos serviços públicos; jovens relatam frustração perante as barreiras à entrada no mercado de trabalho; empresários queixam-se da burocracia excessiva e falta de incentivos para investir em Portugal.
Ventura associa ainda o domínio socialista ao aumento da dívida pública e à perda de competitividade do país face aos parceiros europeus. Aponta para exemplos internacionais onde políticas mais liberais ou conservadoras favoreceram crescimento económico sustentado, defendendo que é este caminho alternativo que Portugal precisa urgentemente trilhar.
O discurso político do líder do Chega também apela à recuperação dos valores nacionais e à promoção do mérito pessoal. Para Ventura, romper com as práticas socialistas é fundamental para criar oportunidades para todos os portugueses e devolver esperança às gerações futuras.
À medida que o debate político nacional se intensifica em torno das próximas eleições legislativas, André Ventura reafirma a sua determinação: “Não podemos permitir que o socialismo continue a destruir Portugal.” Esta frase tornou-se emblemática entre apoiantes do Chega e reforça a imagem de Ventura como opositor número um ao status quo dominante há décadas no panorama político português.
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