UM ANO DA MORTE DO SARGENTO REFORMADO DANIEL ARDOINO
ENTENDA O CASO
O Subtenente (promovido) Ardoino, tinha alguns imóveis de aluguel no bairro Vila Virgínia, na Rua Clementina, próximo a pista de skate. Na noite de domingo (29 de julho de 2018), foi até o local para receber o aluguel de um de seus inquilinos. Estacionando o carro particular na frente do estabelecimento, enquanto aguardava receber, um Kadett preto passou devagar, estacionando mais a frente, desembarcando três criminosos. Agindo rapidamente, um dos assaltantes passou entre ele e o inquilino que segurava o dinheiro e sua filha de colo, de apenas 1 ano de idade, anunciando o assalto. No momento em que as vítimas levantaram as mãos, os outros dois indivíduos dominaram o Subtenente e avistaram a arma em sua cintura gritando "É POLÍCIA", Ardoino não reagiu, mas foi atingido por três disparos. O inquilino correu com a filha para dentro de casa e em posse do dinheiro que não chegou a ser roubado, enquanto os criminosos levaram a pistola calibre 380 do policial reformado.
SUBTENENTE PM DANIEL ARDOINO, 52 ANOS, DEIXA ESPOSA E DOIS FILHOS.
DISQUE-DENÚNCIA
A Polícia obteve informações de que os criminosos estariam fazendo a mesma tática há alguns dias, durante a noite, roubando casas e comércios além de agredirem as vítimas. Filmagens de estabelecimentos gravaram os bandidos agindo agressivamente.
Em conjunto com o Serviço de Inteligência da PM, o Setor de Homicídios de Mogi das Cruzes (Polícia Civil) identificou os acusados pela morte do Sargento reformado Daniel Ardoino, dois já possuíam antecedentes infracionais de quando eram menores de idade. Divulgando a identidade dos quatro.
Foi possível chegar à identidade dos criminosos após o trabalho de investigação, que contou com as imagens das câmeras de monitoramento nas redondezas e bairros próximos do crime, além da interceptação de linhas telefônicas dos quatro, com autorização judicial. “Desta maneira, representei pela decretação da prisão temporária dos quatro indiciados, que foi decretada pela 1a. Vara Criminal da Comarca de Itaquaquecetuba”, pontuou delegado Rubens José Ângelo, do Setor de Homicídios.
Apontados pela morte, os autores do latrocínio (roubo seguido de morte) são Matheus Teixeira da Rocha, o “Teu”, 18 anos, Lucas Firmino de Oliveira, o “Lucão”, de 19 anos, Fabrício Mateus da Silva Souza, conhecido como “Mac” ou “Mé”, de 20 anos e Gabriel germano Ramos, conhecido como “Peixe”, de 23 anos.
Entre os acusados, Matheus, Lucas e Gabriel já têm passagens por roubo, receptação e porte ilegal de arma, dois possuem antecedentes infracionais, de quando eram menores de idade. O veículo utilizado na noite do crime foi apreendido durante uma ação policial.
Identificado na participação da morte do policial, Fabrício Mateus da Silva, 21 anos, conhecido como "Mac" ou "Mé" foi preso pela Polícia Militar no dia 23 de janeiro, em São Mateus, Zona Leste da capital. Em vídeo, Fabrício confessa a participação no crime à policiais da Delegacia de Homicídios: "Quem anunciou o assalto fui eu. Fomos nós que atiramos. Três tiros". Também confessou que vendeu a arma por R$ 4 mil e fugiu com os outros três comparsas.
"Ele foi formalmente indiciado no crime de latrocínio consumado, e pode ter uma pena de 20 a 30 anos de reclusão", declara o delegado do Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa de Mogi das Cruzes, Rubens José Ângelo. Fabrício foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Mogi das Cruzes.
Já Lucas Firmino de Oliveira, o “Lucão”, de 19 - que de acordo com as investigações foi o autor dos disparos - foi preso no dia 24 de janeiro em Ipanema, Zona Sul do Rio, por policiais militares do Serviço de Inteligência da PMERJ. O criminoso atuava no momento da prisão como manobrista de um estabelecimento.
Outros dois bandidos continuam foragidos: Gabriel Germano Ramos, 23, conhecido como "Peixe" e Mateus Teixeira da Rocha, o “Teu”, 18 anos.
Além do sistema 190, quem tiver qualquer informação relativa ao esconderijo dos demais foragidos pode ligar para o Disque-Denúncia, através do número 181. Não é preciso se identificar e o anonimato é garantido.
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