Desde a infância, somos inseridos em um sistema educacional formal cujo objetivo principal é nos adaptar a um modelo social. Esse sistema possui conteúdos importantes — como matemática, línguas, ciências e história — que são necessários à formação intelectual, mas poderiam ser ensinados de forma mais prática e significativa, indo além da simples memorização para provas e títulos.
Na gnose e nas tradições filosóficas e espirituais, recebemos informações que, num primeiro momento, entram na mente como qualquer outro conhecimento. O problema é que vivemos em um mundo dessacralizado, onde os mitos, os santos e os valores espirituais foram banalizados. A religião perdeu sua força simbólica e nada surgiu para ocupar plenamente esse espaço, deixando o ser humano sem referências elevadas, o que contribui para um empobrecimento moral e espiritual.
Em culturas tradicionais, como na Índia, as crianças eram educadas por meio de grandes épicos, como o Ramayana e o Mahabharata. No cristianismo, ensinava-se a partir da vida de Cristo e dos santos. Essas narrativas apresentavam exemplos de grandes virtudes e mostravam as possibilidades de transformação do ser humano, inspirando valores nobres e ideais elevados.
Ter um objetivo de vida nos permite refletir sobre nossas ações, compreender por que fazemos o que fazemos e avaliar se estamos alinhados com aquilo que realmente importa. Isso nos dá critérios claros, ajuda a abandonar o que é superficial e fortalece o compromisso com o caminho escolhido.
Todos buscamos a felicidade, mas muitas vezes a confundimos com uma condição externa perfeita, livre de problemas. Repetimos comportamentos mecânicos esperando resultados diferentes, sem questionar, o que mantém o ciclo de frustração e dor.
A ideia comum de felicidade está ligada ao prazer e à sensação de que algo falta. Porém, tanto as filosofias quanto os ensinamentos espirituais afirmam que o sofrimento existe, e que fugir dele apenas gera mais sofrimento. A felicidade não está em situações perfeitas, mas na forma como nos relacionamos com a realidade.
A verdadeira felicidade surge quando deixamos de causar sofrimento a nós mesmos e aos outros. Ela se expressa como paz interior, silêncio da mente, compaixão, desapego e contentamento. Viver plenamente é estar presente, consciente, percebendo a beleza e a realidade no momento presente.
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