Ficha Técnica e Letra
Composição : Edurock
Instrumental : Dreas Beats.
Gravadora : INTERTAGNA
Ano : 2015
Letra :
Paro e vejo a minha frente
Dou a costas para a luz
Vejo então a sombra que conduz
Na velha gruta, uma parede
Sinto sede de mudança
Percebo o passado
Sob o presente, o futuro trança
Sou eu mesmo o meu karma
Lanço a lança que me lança
Afundo na lama da esperança
Quanto mais movimentos
Mais pra baixo, mais pra dentro
E depois seu futuro é só observar
Contemplar o que tu fez, e faria de novo pode pá
Também se lamentar, pelo o que poderia ter feito
E nem se quer foi tentar
Abre um buraco no tecido do tempo
Volta lá
Um cosmonauta viajar
Cuidado, suas moléculas podem se dissipar
Sentir raiva, e o soco no vidro faz sua mão sangrar
Sobrevivência, ponto crucial a decadência
E o Pai chora, ao ver os filhos indo embora
Matando índio, fazendo parecer difícil
Acabar com tudo isso, esse sistema, capitalismo
Estamos já no precipício, uns caindo outros rindo
E você o que acha disso ?
Por isso eu digo que você não deve se sentir omisso
Tamo junto nisso ! Memo correndo perigo
E diferente, sob a madrugada
Da caverna escura e marofada
Se ouve um beat da pesada
Idade das pedras polidas e mal pensadas
Pilares que... se foram com a massa!
Nada nos sobra se não nos unificarmos
Um grande poder pra confronta los !
E já que pegamo o embalado
Agora é que não paro
É o mesmo pensamento do MC que fica atento
Ao poeta que o habita ai dentro, e que em quase todos momentos
Demasiados lamentos, que viriam a sofrimentos, bate o vento
Voam e formam cimento, voltam caem como se fosse aqui dentro
Os batimento, as artéria exercendo, enquanto o bombeamento, passa venoso e lento
Não temos mais a resposta pra pergunta
Viu que o horizonte não tava só na frente, fez a curva
Na neblina tava turva a visão, parecendo imaginação
Será que salvação, é a palavra certa ou não ?
A fogueira antes, agora brasa
A viagem aterrissa mas num acaba
Loucura é a cura que nos salvas
Salvia, fungos, vegetais, animais, cactos, flores, tomatinhos especiais
Cipós muito mais que ornamentais, profissionais, chás que não provarás jamais
Se continuais nesse estado em que estais
Só assim mesmo pra tu entender que não existe o nunca mais
O pra sempre também nunca trais
Não é o tempo, é o oposto que atrai e trai, então num volta atrás
Já se foram e não mais, aproveito aqui pelo o que a mãe terra faz
Provem agua, energia solar, que depois de se transformar, pra superfície se inclinar
Evoluir e não mais sobre 4 patas caminhar, instruído num sistema lixo, hoje em dia é isso
Mas eu assumi o compromisso, rap psicodélico com um tom de chá de sumiço, loco mesmo isso, intervim sem pessimismo suando e nos mantendo vivo, abra o livro, deixe escrito, nós somos tudo isso.
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