Para Arthur Schopenhauer, a felicidade não é um estado duradouro — é um intervalo frágil entre desejos. Em O Mundo como Vontade e Representação, ele argumenta que a vida é movida por uma força cega chamada Vontade: desejamos, sofremos pela falta; conquistamos, sentimos vazio; logo desejamos novamente. A promessa de satisfação permanente é, portanto, uma ilusão.
Neste vídeo, exploramos como a crítica de Schopenhauer desmonta a ideia moderna de felicidade contínua e revela o ciclo entre dor e tédio que estrutura a existência. Você vai entender por que o desejo se renova assim que é atendido, como a consciência dessa dinâmica pode trazer lucidez e quais caminhos o filósofo apontava para reduzir o sofrimento — da contemplação estética à compaixão.
✨ Entre a dor de não ter e o tédio de já ter, a felicidade se mostra como miragem.
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