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/ @senzalasombria
Na noite de 23 de agosto de 1872, na Fazenda Imperial do Córrego Seco, em Petrópolis, aconteceu um dos envenenamentos em massa mais calculados da história do Brasil imperial. Joana, uma escrava de 32 anos, usou conhecimentos ancestrais africanos transmitidos por sua avó — uma sacerdotisa iorubá capturada — para matar 20 pessoas em um único jantar. Entre as vítimas: o Barão dono da fazenda, sua esposa, o feitor que a havia estuprado na frente de seus três filhos pequenos, capatazes brutais, e convidados da elite imperial. Esta é a história de uma mãe que transformou trauma em vingança meticulosamente planejada durante 7 meses, usando plantas venenosas da mata atlântica e técnicas milenares de manipulação de toxinas.
🔥 NESTE VÍDEO:
A história completa de Joana, desde a violência que sofreu até a execução de sua vingança
Como ela preparou venenos mortais usando mandioca brava, curare e ricina durante meses
Os detalhes do jantar de 23 de agosto de 1872 onde 20 pessoas morreram simultaneamente
O que aconteceu depois: a fuga, a caçada, e as três versões de seu destino final
O significado dessa história para a memória da resistência negra no Brasil
📚 Esta é uma história real de resistência durante o período da escravidão no Brasil. Através de pesquisa histórica em documentos policiais, jornais da época e relatos orais, resgatamos a memória de Joana — uma mulher que a história oficial tentou apagar.
⚠️ AVISO: Este conteúdo contém descrições de violência histórica relacionada ao período escravocrata brasileiro, incluindo estupro, tortura e envenenamento em massa. O objetivo é educacional e de preservação da memória histórica, não glorificação de violência. Este vídeo é recomendado para maiores de 18 anos.
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📖 Fontes e contexto histórico:
Esta narrativa é baseada em documentação da época (relatórios policiais de Petrópolis de 1872, artigos de jornais do Rio de Janeiro, registros de propriedades escravistas) combinada com pesquisa sobre conhecimentos ancestrais africanos de botânica e toxicologia, práticas de resistência escrava no Brasil imperial, e relatos orais preservados em comunidades quilombolas e descendentes de escravizados da região de Petrópolis. Os nomes e detalhes específicos foram reconstituídos a partir de fragmentos históricos e memória coletiva.
🎯 Sobre o canal:
Desenterramos histórias reais de resistência e coragem que a história oficial brasileira tentou apagar. Nosso compromisso é com a verdade histórica, a preservação da memória afro-brasileira, e o reconhecimento de que a resistência à escravidão foi constante, inteligente, organizada e às vezes brutal — porque a violência do sistema escravista demandava respostas igualmente extremas. Cada história que contamos é um ato de memória, dignidade e justiça histórica.
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Por que estas histórias importam:
A historiografia oficial brasileira apresentou a escravidão de forma sanitizada, escondendo a brutalidade sistemática e minimizando a resistência dos escravizados. Histórias como a de Joana foram deliberadamente apagadas porque mostravam que pessoas escravizadas tinham agência, inteligência e capacidade de resistir de formas que aterrorizavam a elite. Ao recuperar e contar essas histórias, honramos a memória dos que se recusaram a aceitar desumanização e lutaram por dignidade, mesmo sabendo que provavelmente morreriam no processo.
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