A Gravadora CID, fundada em 1958, é uma das empresas independentes mais tradicionais do mercado fonográfico brasileiro. Iniciou suas atividades como fábrica de prensagem de discos e, ao longo dos anos, expandiu sua atuação para a produção e lançamento de artistas.
Seu catálogo abrange diversos gêneros, incluindo música popular brasileira, samba, bossa nova, trilhas sonoras e produções especiais.
Com mais de meio século de história, consolidou-se como uma referência significativa no cenário fonográfico nacional.
Bezerra da Silva foi um dos grandes nomes do samba de raiz, conhecido por retratar o cotidiano das comunidades com humor e crítica social.
Suas músicas abordavam malandragem, desigualdade e a esperteza popular, sempre com linguagem direta e marcante. Com estilo único, tornou-se referência do samba urbano e narrativo no Brasil. Seu legado permanece como um dos retratos mais autênticos e populares da cultura brasileira.
Ouça em Outras Plataformas: https://lnk.fuga.com/Bezerra_AsMelhores
LETRA:
De: Criôlo Doido
Vagabundo é mala
Mas dessa vez ele não se deu bem
Foi assaltar casa de pobre, vê só o que aconteceu
O ladrão foi lá em casa, quase morreu do coração
(O ladrão foi lá em casa, quase morreu do coração)
Já pensou se o gatuno tem um infarto, malandro, e morre no meu barracão?
Eu não tenho nada de luxo que possa agradar um ladrão
É só uma cadeira quebrada, um jornal que é meu colchão
Eu tenho uma panela de barro e dois tijolos como um fogão
O ladrão ficou maluco de ver tanta miséria em cima de um cristão
Que saiu gritando pela rua "pega eu que eu sou ladrão"
Pega eu
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
É, não assalto mais um pobre, nem arrombo um barracão
Por favor, pega eu
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
Lelé da cuca, ele está no Pinel
Falando sozinho de bobeação
Dando soco nas paredes
E gritando esse refrão
Pega eu
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
Não assalto mais um pobre, nem arrombo um barracão
Olha aqui, o ladrão foi lá em casa, quase morreu do coração
(O ladrão foi lá em casa, quase morreu do coração)
Já pensou se o gatuno tem um infarto, malandro, e morre no meu barracão?
Eu não tenho nada de luxo que possa agradar um ladrão
É só uma cadeira quebrada, um jornal que é meu colchão
Eu tenho uma panela de barro e dois tijolos como um fogão
O ladrão ficou maluco de ver tanta miséria em cima de um cristão
Que saiu gritando pela rua "pega eu que eu sou ladrão"
Pega eu
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
É, não assalto mais um pobre, nem arrombo um barracão
Por favor, pegue eu
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
Lelé da cuca, ele está no Pinel
Falando sozinho de bobeação
Dando socos nas paredes
E gritando esse refrão
Pega eu
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
Olha que eu não assalto mais um pobre, nem arrombo um barracão
Por favor, pegue eu
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
É, não assalto mais um pobre, nem arrombo um barracão
Por favor, pega eu
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
(Pega eu, pega eu que eu sou ladrão)
É, não assalto mais um pobre, nem arrombo um barracão
Por favor, pegue eu
(Pega eu...)
℗ 1996 CID
© 1996 CID
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