Lula está incomodado com Eduardo Leite, o governador do Rio Grande do Sul, devido à uma suposta ingratidão com a ajuda do governo federal. Leite reclamou que a ajuda veio, mas não com os resultados que a propaganda federal mostrou. Lula não gostou. Em um encontro pessoal durante um evento, o presidente criticou a falta de investimentos públicos para manutenção das comportas. Lula sempre buscou politizar, e com razão o episódio, pois a intensidade da situação foi provocada pela visão política de Eduardo Leite, diferente da presidencial. A visão política de Lula busca mitigar o neoliberalismo, e tem obtido frutos positivos.
00:00 Lula massacra Leite
Lula está insatisfeito com Eduardo Leite por criticar a ajuda federal, afirmando que não teve os resultados prometidos. Em um encontro, Lula criticou a falta de investimentos locais, politizando o episódio devido às divergências políticas com Leite.
00:54 Lula incomodado
Lula esteve em Porto Alegre para entregar unidade do Minha Casa Minha Vida e demonstrou incômodo com Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul. O presidente afirmou que o governador deveria agradecer pela atenção dada ao estado, comparando com o que foi entregue durante o governo Bolsonaro. Lula reagiu às falas de Leite em uma entrevista à Veja na qual disse que, apesar de haver medidas tomadas pelo governo federal, elas não correspondiam à propaganda oficial.
02:11 Encontro pessoal
Em um evento que reuniu Eduardo Leite e Lula, o governador alegou que o povo do Sul não é ingrato, apenas reivindica seus direito e demandas. Leite também reclamou das vaias que recebeu dos presentes, alegando que recebia o mesmo tratamento de Bolsonaro. Lula não gostou da fala de Leite, rebatendo-o no discurso, alegando que não havia claque para vaiá-lo, mas sim trabalhadores. Entretanto, Lula foi além. O presidente disse que houve chuva, mas faltou recurso para manutenção das comportas.
03:53 Confissão de Leite
Em entrevista à Folha de São Paulo, Eduardo Leite sintetizou muito bem a crise da tragédia no Rio Grande do Sul. O governador falou que o governo foi alertado por estudos que apontavam a possibilidade de haver uma grande enchente no estado, mas não houve investimentos porque havia outras agendas mais prioritárias. No caso, a pauta prioritária era a questão fiscal. É exatamente por esse motivo que os comentaristas políticos e o próprio governador não queriam politizar o desastre, pois o modelo neoliberal precisaria ser discutido.
05:34 Crescimento do PIB
Segundo a Veja, a prévia do PIB avançou 1,4% em junho, acima do esperado. O dado é uma espécie de termômetro da economia brasileira, utilizado como uma estimativa preliminar do PIB. Assim, há um reforço da expectativa de crescimento do indicado no ano. Mais uma vez, Lula e sua política econômica de mitigar o neoliberalismo está trazendo frutos e contrariando as expectativas sobre o Brasil virar uma Venezuela.
06:58 Conflito brasileiro
O desastre do Rio Grande do Sul escancarou uma situação de conflito entre as classes dominantes, influenciadas pelo capitalismo, e o restante do país. O Rio Grande do Sul mostrou que há uma demanda por investimentos, a população espera isso, e só o Estado poderá fazer. Entretanto, há uma pressão pela não realização de investimentos públicos, provocando um imenso conflito de interesses entre a população e o capitalismo. Lula precisa se equilibrar diante dessa equação para correlacionar as forças. Entretanto, as enchentes mostram que Lula precisa pender para o lado do povo.
07:58 Movimento europeu
As derrotas da extrema-direita na Europa mostraram que sua população está preocupada com melhores condições de vida e não com o discurso da desesperança. Os britânicos tiveram uma experiência catastrófica com o Brexit. A extrema-direita não possui a esperança como mote, apenas a raiva e o ressentimento. Por esse motivo, a extrema-direita não irá acabar com a derrota de Donald Trump, pois ela é fomentada pela própria evolução natural do capitalismo.
08:43 Resultado do desemprego
O desemprego no Brasil fechou o 2º trimestre com a menor taxa para o período em dez anos, recuando a 6,9%! O patamar é o menor de toda a série histórica, iniciada em 2012. Os indicadores econômicos brasileiros melhoraram mais uma vez. Os resultados positivos ocorreram apesar do enorme pessimismo e das notícias negativas. O PIB cresceu mais do que o mercado previa, o desemprego e a inflação caíram, o é salutar, pois ambas dificilmente caem juntas.
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