Você já se perguntou como documentos importantes são validados na internet sem que ninguém precise de papel e caneta? No mundo da segurança da informação, a Assinatura Digital é um recurso tecnológico essencial que vai muito além de uma simples imagem digitalizada de um autógrafo. Na verdade, ela é uma poderosa ferramenta baseada em matemática e criptografia para garantir que uma mensagem seja legítima e não tenha sido alterada.
O funcionamento desse sistema depende da criptografia assimétrica, que utiliza um par de chaves: uma pública e uma privada. Para que a mágica aconteça, entra em cena a função Hash, um algoritmo que gera um resumo matemático único e de tamanho fixo para qualquer tipo de arquivo. Quando você assina um documento, o sistema gera esse Hash da mensagem original e o criptografa utilizando a sua chave privada. O resultado final dessa operação matemática é o que chamamos de Assinatura Digital.
Mas como quem recebe sabe que pode confiar? O destinatário realiza um processo de verificação duplo: ele utiliza a chave pública do emissor para decifrar a assinatura e obter o Hash original e, ao mesmo tempo, gera um novo Hash a partir da mensagem recebida,. Se os dois resumos forem idênticos, a segurança está confirmada. Isso prova duas coisas fundamentais: o emissor é quem diz ser e o conteúdo está intacto.
É vital entender os pilares que a assinatura digital sustenta: a integridade (garantia de que não houve alteração), a autenticidade (prova de quem enviou) e o não-repúdio (o autor não pode negar a autoria). No entanto, um detalhe que costuma cair em provas é que a assinatura digital, por si só, não garante a confidencialidade. Como a mensagem viaja em texto aberto junto com a assinatura, qualquer um pode ler o conteúdo, a menos que uma camada extra de criptografia seja aplicada.
Para aumentar a confiabilidade, existem as assinaturas temporais, que utilizam o Carimbo do Tempo emitido por uma Autoridade Certificadora do Tempo (ACT) para provar o momento exato da assinatura. Tudo isso é amparado pelo Certificado Digital, um documento eletrônico que vincula oficialmente uma pessoa a uma chave pública. Para não esquecer: o emissor usa a chave privada para assinar, e o destinatário usa a pública dele para verificar. Dominar esses conceitos é o primeiro passo para entender a infraestrutura de confiança da nossa era digital.
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