Aurorinha e O Maracá em Caruaru são duas faixas do disco Canto e Espanto o Teu Quebranto, o primeiro disco de Raquel Santana. Estão sendo lançadas como um único single porque uma completa a outra: Aurorinha, uma evocação das forças indígenas da Serra dos Cavalos, é a introdução de O Maracá em Caruaru, um coco sobre as evidências indígenas que saltam aos olhos na cidade de Caruaru e que o colonialismo infelizmente impede a população de enxergar.
Direção: Túlio Beat
Roteiro e produção executiva: Raquel Santana
Direção de fotografia: Felipe Correia
Operador de drone: Igor Zuzinha
Montagem e correção de cor: César Caos
Still: Ythalla Maraysa
Direção de produção: Katarina Machado e Joyce Noelly
Figurino e maquiagem: Paulo Conceição, Mariana Carvalho, Vitória do Pife
Perfomances: flor das chagas, Katarina Machado, Mariana Carvalho, Raquel Santana, Ythalla Maraysa
Locação: Sítio Carneirinho, Caruaru-PE
Imagem adicional: Serra dos Pintos, Caruaru-PE (Ythalla Maraysa)
Assessoria de imprensa: Daniel Lima
Redes sociais: Eduarda Nunes
Projeto gráfico: Palloma Paulino
Ficha técnica Aurorinha
Composição: flor das chagas
Produção musical: Zé Barreto de Assis
Voz: flor das chagas e Raquel Santana
Maracas: flor das chagas e Raquel Santana
Captação de áudio, mixagem e masterização: Heverton Fagner/Studio di Fagner
Ficha técnica O Maracá em Caruaru
Composição: Raquel Santana e Luann Ribeiro
Produção musical: Zé Barreto de Assis
Voz e mineiro: Raquel Santana
Alfaia, ilu, maracas, efeitos: Nino Alves
Vocais de apoio: Raquel Santana, flor das chagas, Joyce Noelly, Ythalla Maraysa, Zé Barreto de Assis
Canto dos anfíbios: recolhido no canal do YouTube Biólogo Paulo Bernarde
Captação de áudio, mixagem e masterização: Heverton Fagner/Studio di Fagner
Agradecimentos: Rizo e todas as integrantes da Associação das Mulheres da Agricultura Familiar do Sítio Carneirinho, equipe técnica e artística, minha família, flor das chagas, Ingrid Gonçalves, Eric Melo.
Dedicado a todos os povos indígenas de Pernambuco e aos Wauja, do Mato Grosso, que tiveram gravuras rupestres de mito indígena destruídas por interesses do agronegócio. Em memória dos povos Kariri, habitantes originários do Semiárido nordestino.
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