A Confraria de hoje atende o pedido da Paloma, uma confreira muito querida! Ela diz: “Gostaria de saber de você um pouco mais sobre como lidar com a bonança depois da tempestade. Muitas de nós aprendemos a esperar e a se preparar para o pior. Quando o melhor chegar a gente fica meio: ué?”
Essa pergunta é de uma sinceridade desconcertante e necessária!
Quem não conhece alguém que usa gente bacana como entressafra até o próximo amor bandido? Agora você vai entender a origem do dedo podre.
No vídeo anterior, eu falei sobre os 4 comportamentos abusivos que interpretamos como sedutores, quando viemos de famílias disfuncionais: a imprevisibilidade, o ciúme, a indisponibilidade e a irresponsabilidade.
O que eles têm de excitantes, têm de desgastantes também. Dinâmicas abusivas nos levam ao fundo do poço, pois expõem o pior dos envolvidos.
Não raro, saímos dessas relações quebradas - financeira e psicologicamente - com a autoestima em frangalhos e a dignidade perdida.
Juramos que não queremos mais relações assim. Até ficamos felizes quando nos envolvemos com uma pessoa bacana, decente, funcional.
Mas a satisfação começa dar lugar ao tédio. O novo parceiro é linear demais, certinho demais, a relação logo parece morna. Não tem briga, instabilidade, ciúme...
Inquieta, a parte viciada em conflito, tenta de tudo para tirar a outra parte do sério, só para dar uma chacoalhada nas coisas.
O problema não é buscar o dinamismo, é querer reacender a chama da paixão e causar um incêndio na floresta.
Como o meu objetivo é que todo mundo tenha uma relação saudável como a que, hoje, depois de tocar o fundo do poço, eu conquistei, vou apresentar algumas sugestões para você viver o amor que merece.
1. Reconheça a codependência: O estilo de vinculação tóxico é seu, não culpa do parceiro bacana;
2. Comunique o vício em drama: “Gosto muito de você e quero que a gente dê certo. Estou reprogramando a minha mente sobre o que é amor, para me habituar a relações saudáveis. Peço a sua ajuda para me apoiar nesse processo e, dinamizar, sempre que possível, a nossa convivência.
3.Tenha um casal legal como referência: Podem ser conhecidos ou celebridades, o importante é você reforçar o companheirismo e a admiração como a norma.
4. Proponha atividades excitantes: O segredo está em deslocar a adrenalina dos maus comportamentos para os bons. Pratiquem esportes radicais juntos, poupem para um mochilão sem lugar definido na Europa, explorem lugares diferentes para namorar.
5.Invista em autoconhecimento: Trazer pontos cegos à luz é o passo mais importante para quebrar o padrão de relacionamento tóxico. O apoio psicoterápico é um acelerador desse processo.
E lembre-se: Dar uma chance ao parceiro bacana é dar uma chance a você.
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