Bem-vindo ao Hit Nerd Brasil.
Apague as luzes.
Prenda a respiração.
Quando o nome dele é dito… o mundo responde com silêncio.
Com uma atmosfera sombria, ritualística e opressiva, esta música retrata Vecna como a personificação do controle absoluto. Não apenas um assassino — mas uma entidade que domina tempo, espaço e mente dentro da Névoa.
Aqui, não existe perseguição justa.
Existe inevitabilidade.
🎶 Letra da música:
Seja bem-vindo ao Hit Nerd Brasil…
Apague as luzes. Prenda a respiração.
Quando o nome dele é dito… o mundo ouve de volta.
Eu não corro — eu chego.
Eu não peço — eu tomo.
Séculos no osso, conhecimento no trono.
Fui homem, fui mito, fui medo cultivado,
hoje sou a lição que ninguém quis ter estudado.
Nas ruínas eu escrevo com pó de juramento,
cada runa que eu traço vira decreto no vento.
Teu grito vira eco, teu passo vira erro,
eu vejo o futuro… e decido teu enterro.
Quer lutar? Então luta contra a ideia de morrer,
porque quando eu olho… até herói perde o porquê.
A Entidade abre a porta, eu entro sem pedir,
trago magia na sombra… e a sombra vai sorrir.
Você sente frio?
Não é o ar.
É o destino…
se ajoelhando.
Vecna! Eu falo e a esperança desaba,
eu toco e tua luz se apaga.
No meu livro teu nome já tem sentença,
não existe fuga… quando eu viro presença.
Vecna! Rei do que apodrece e renasce em dor,
eu sou a magia… sem amor.
Aqui não tem final feliz, só tentativa,
quatro corações batendo… e eu caçando a faísca.
Eu marco terreno com olhar de maldição,
cada corredor vira altar, cada pallet vira ilusão.
Você corre, eu calculo, eu encurto caminho,
o pânico te guia… eu sigo pelo rastro certinho.
Um gesto, e o chão responde, a noite se dobra,
teu “plano perfeito” vira poeira na sombra.
Não é só força — é controle, é mente em ruína,
eu desmonto tua fé como quem vira página.
E quando você acha que escapou do pior,
eu apareço do nada… e tudo fica menor.
O medo é um feitiço simples…
ele só precisa
de tempo.
E eu tenho… eternidade.
Respira…
enquanto dá.
Porque eu vim buscar…
o que você chama de alma.
Vecna! Eu falo e a esperança desaba,
eu toco e tua luz se apaga.
No meu livro teu nome já tem sentença,
não existe fuga… quando eu viro presença.
Vecna! Rei do que apodrece e renasce em dor,
eu sou a magia… sem amor.
Você aprende o mapa, decora cada esquina,
mas eu aprendi a tua pressa… tua disciplina.
Você conta recurso, eu conto batimento,
quanto mais você corre, mais alimenta o tormento.
Não existe “último gen”, não existe “porta aberta”,
quando o terror é antigo… até a saída é incerta.
Eu não preciso gritar, eu não preciso correr,
meu silêncio pesa mais que qualquer “viver”.
Então reza, negocia, promete, se desfaz —
eu já vi esse teatro em mil eras atrás.
E quando a névoa fechar como tampa no chão…
vai sobrar só teu nome… na minha invocação.
Na Névoa…
o tempo é meu.
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