Gládio disponível em todas as plataformas digitais no dia 10 de Maio
Voz e Letra: João Tamura - / joaotamura
Produção e Mix: Pedra - / pedranotme
Mix Vocals: Beiro&Pedra
Masterização: Beiro - / prod.beiro
Artwork: Francisco Gomes - / queragura
Letra:
Vim pregar a bela rima,
matar com a mesma calma que Vasilyevich tinha.
Escrevo como a espada brande: paga pela lição de esgrima.
(Como) quem se banha em mar de sangue, ou como quem para lá caminha.
Vim reiniciar a chacina,
Em Tulpar como num trono, é minha a mão que lhe agarra a crina.
Com a mesma sede que drena o Drina.
(Vim) decapitar o Rei e recitar versos para a Rainha.
Vim reiterar a doutrina,
Como a Bruxa: desejo a queda aos inimigos da família!
Vim da bruma, só, vazia, com essa fome que a noite cria.
Magra mão que o gládio afia, quando o espeto, Voldo grita.
Poetizar a sombra infinita.
Lendário como os nomes de uma Russa corte extinta.
O quê que o teu mundo podre ensina?
Se eu secar a tua fonte, nunca mais no poço pinga.
É óbvio que o tópico é básico, assume:
o óbito é fácil se és nada para o mundo.
Vens para dar clássicos com o zero do teu sumo?
Dispenso o teu rumo nem quero o teu fumo.
É óbvio que o tópico é básico, e tu:
“Fácil o plágio” - és tão nada para o mundo,
só mais um que cai na corrida para o cume.
Tomar a cidade com o sangue de um Huno!
Tirânica, distópica, banhada a choro de fado,
Vim pintar um mundo novo para curar um outro Prado.
Tão genérico cada sopro - que sem esforço como o gado.
Raramente me comovo - mais gelado que Volgogrado.
Quero Silêncio quando escrevo,
Subo ao palco e sobe o pano negro.
Sepulto imundos egos, num país de surdos, cegos.
Demente, o sangue ferve, a meio de um Verão Sueco.
Sente, o flash arde.
Perde a minha metade.
Mente-me mais tarde.
Veneno? Vais dar-mo?
Sente, o flash arde, a lua desce mais tarde, come a minha ansiedade.
Qual a cor da cidade? Tenho a morte a meu lado, todo o corpo é pintado.
Acorda, é só dor,
à frente do teu quarto como à porta de Mordor.
Tiro-te toda a foto:
suja com o batom que te garante o mundo todo.
Juro ter aquilo que querias.
Em cada mão, vida. Só saliva e mentiras.
Nua pela Medina. Bebemos do mesmo cálice e partilhas meu desprezo.
A aponia é à tua medida, vais e vens no mesmo ápice,
e eu eternamente estático condenado ao inferno, preso.
Eu? Mais ou menos morto
Com a vida nos dedais duma puta que conheço pouco.
Sente, o flash arde.
Perde a minha chave.
Mente-me mais tarde.
Veneno? Vais dar-mo?
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