🎵 “Sobrevivente de Raccoon”
[Verso 1]
Chuva cai vermelha na memória que não sai
Primeiro dia no serviço… e o mundo virou um cais
Raccoon City em chamas, mortos andando na rua
Eu era só um novato — virei guerra crua
Delegacia trancada, corredor lotado
Zumbi na escada, vidro estilhaçado
Desde aquela noite eu nunca mais fui normal
Aprendi que o vírus sempre volta… só muda o final
Já enfrentei culto, ilha, castelo em ruína
Parasita no pescoço, gente que se inclina
Europa pegando fogo, vilão com ambição
E toda infecção acha que é minha redenção
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[Pré-Refrão]
Grace, olha pra mim, mantém o foco e a calma
Eu sobrevivi quando a cidade perdeu a alma
Se eles voltaram… então eu também tô
Já enterrei apocalipse mais de uma vez só.
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[Refrão]
Grace, fica calma, deixa o trabalho comigo
Zumbis na esquina? Eu vi nascer esse perigo
Desde Raccoon City eu carrego essa cruz
Se isso é Resident Evil… eu sou quem conduz
Grace, fecha a porta, deixa eles gritar
Já vi cidade inteira aprender a sangrar
Se o inferno abriu outra vez de pé
Eu não corro dos mortos… eles fogem de mim, se der.
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[Verso 2]
Delegacia virou labirinto e prova final
Corpos no chão, silêncio sobrenatural
Aprendi a contar bala, chave e granada
Porque nesse jogo a morte nunca vem marcada
Já salvei garota, presidente em pânico
Vilão de capa falando plano satânico
Já vi vírus, fungo, verme e mutação
Toda nova praga acha que é revolução
Deserto, nevasca, vila no interior
Sempre começa estranho… termina em horror
Laboratório embaixo, sirene e alarme
E eu no meio disso tudo virando arma de carne
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[Pré-Refrão 2]
Grace, se aproxima, mas fica atrás
Se ouviu aquele gemido… já sabe o que faz
Cabeça anda, tiro certo, não dá pra errar
Aprendi em Raccoon como é que é sobreviver lá.
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[Refrão]
Grace, fica calma, deixa o trabalho comigo
Zumbis na esquina? Eu vi nascer esse perigo
Desde Raccoon City eu carrego essa cruz
Se isso é Resident Evil… eu sou quem conduz
Grace, se esconde agora, deixa eles vir
Já lutei contra o fim do mundo mais de mil
Se o inferno abriu de novo em pé
Eu não corro dos mortos…
os mortos correm de mim, se puderem.
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[Bridge]
Cidade bombardeada, mas ficou em mim
Toda sirene ecoa aquele mesmo fim
Parceiros caíram, nomes que eu não esqueço
Carrego cicatriz onde ninguém vê o peso
Cada vírus novo vem com nome bonito
Mas por dentro é sempre o mesmo parasita maldito
Se é laboratório, vila ou corporação
Eu sigo limpando o mundo… infecção por infecção
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[Último Refrão]
Grace, fica calma, confia no veterano
Eu atravessei décadas dentro desse dano
Zumbi não assusta quem já perdeu a fé
Raccoon me ensinou como se fica de pé
Grace, fica atrás de mim, deixa eles tentar
Já me chamaram de lenda — hoje vão confirmar
No meio da praga, do caos e da fé:
Eu não sobrevivo ao mal…
o mal sobrevive a mim… se der sorte.
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