Descrição
Histórico
Assume-se como freguesia a 31 de Dezembro de 1984. Até então a história deste local é indissociável da sede do concelho.
Com a extinção das coutadas em 1821, a junta da paróquia de Salvaterra de Magos decidiu criar. em 1845, o aforamento daquela vasta área de terreno, em que hoje se consolida parte do concelho. O objectivo consistia no desbravamento dos terrenos a fim de os tornar cultiváveis.
Surgiram, consequentemente, novas formas de exploração destas terras arenoargilosas, o que captou a atenção de pessoas, que se passariam a designar por foreiros, para aí se fixarem. No início do século XX, são bem visíveis as áreas cultivadas, essencialmente através da vinha e do eucalipto.
O incremento possibilitado pela agricultura favorece o surgimento de outras áreas de intervenção, essenciais para o fortalecimento da freguesia, como sejam a pecuária, a serralharia civil, a indústria do mobiliário, a carpintaria, a panificação, a construção civil, entre outros.
O seu clima, fertilidade dos solos e abundante caça motivaram que fosse local de preferência para os reis da I Dinastia. D. João I determinaria que se fizesse coutada, fazendo dela diversas doações. A atractividade desta terra cativou, ao longo dos séculos, outros vultos eminentes da sociedade portuguesa.
A agricultura sempre ocuparam a vida desta freguesia. Os vastos terrenos alagados proporcionavam a plantação de arroz e a charneca o cultivo da vinha . O seu posicionamento geográfico favorece a contemplação da sua beleza natural.
Hoje Foros de Salvaterra continua a ser encantadora com a caracteristica de continuar a ser um lugar com o seu casario implantado nos seus foros (quintas), ao longo de toda a sua extensão, com hortas e pomares, alguma agricultura, comercio, etc.
Queremos continuar assim um lugar onde cada um tem o seu espaço, a sua liberdade, numa comunidade dispersa, mas unida na sua génese.
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