O Brilhante Caminho de Roberto Carlos: de Araras a Madri.
A trajetória de Roberto Carlos nos campos de futebol é uma das mais impressionantes da história.
Roberto Carlos da Silva Rocha nasceu em Garça, São Paulo, em 10 de abril de 1973.
Ex-jogador brasileiro, atuava como lateral-esquerdo e é considerado por muitos o melhor de sua geração na posição — e também o lateral mais ofensivo da história.
Ao longo da carreira, construiu uma história de destaque com a Seleção Brasileira, sendo titular absoluto nas Copas do Mundo de 1998, 2002 e 2006. Fez parte da equipe campeã mundial em 2002.
Com 1,68 m de altura, se destacava pela velocidade nos contra-ataques e por seu chute potente com a perna esquerda, tornando-se uma ameaça constante nas cobranças de falta — marcou 38 gols dessa forma.
Um dos mais famosos foi o gol contra a França, em um amistoso, quando a bola fez uma curva inacreditável. Além disso, cumpria bem seu papel defensivo, voltando rapidamente para ajudar na marcação.
Roberto Carlos está entre os poucos jogadores que disputaram tanto a Liga dos Campeões quanto a Copa do Mundo no mesmo ano, sendo o único sul-americano da lista.
Foi destaque nas Copas de 1998 e 2002, incluído na Seleção dos Sonhos da FIFA em 2004 e também na lista FIFA 100, elaborada por Pelé com os melhores jogadores vivos do mundo.
Revelado como lateral-esquerdo pelo União São João, da cidade de Araras, São Paulo, tornou-se titular do time principal aos 16 anos. Logo começou a ser convocado para as seleções de base do Brasil.
Em 1992, chegou a atuar pelo Atlético Mineiro em amistosos na Europa, mas não foi negociado.
Em 1993, o Palmeiras teve a sorte de contratá-lo — e ele, a de chegar a um grande time. Foi bicampeão paulista e brasileiro em 1993 e 1994, além de campeão do Torneio Rio-São Paulo.
Seu desempenho despertou o interesse do futebol europeu e, em 1995, transferiu-se para a Internazionale de Milão, por 7 milhões de dólares — uma quantia elevada na época.
Na Itália, sua fama de lateral ofensivo e de chute poderoso já era conhecida. No entanto, após apenas uma temporada, foi negociado com o Real Madrid, em troca do atacante chileno Iván Zamorano.
A partir daí, Roberto Carlos viveu o auge de sua carreira.
Com a Seleção Brasileira, conquistou a Copa do Mundo de 2002, a Copa das Confederações de 1997 e as Copas América de 1997 e 1999. É o segundo jogador com mais partidas pela Seleção, com 126 jogos e mais de 11 anos como titular absoluto.
Foi com a camisa 6 da Seleção que marcou o seu lendário “gol da banana” contra a França — um chute tão curvado que virou caso de estudo para físicos.
Mas seu período mais glorioso foi no Real Madrid, clube que defendeu de 1996 a 2007.
Foram 584 partidas e 71 gols, conquistando três títulos da Liga dos Campeões (1997-98, 1999-2000 e 2001-02) e quatro campeonatos espanhóis.
Fez parte da era dos Galácticos, ao lado de Zidane, Beckham, Raúl, Casillas, Figo e Ronaldo.
No Real Madrid, marcou o famoso “gol impossível” contra o Tenerife, em 1997, chutando quase sem ângulo.
Foi eleito pela UEFA o melhor lateral-esquerdo do mundo em 2002 e 2003.
Em 2006, tornou-se o estrangeiro com mais jogos na história da LaLiga, superando Alfredo Di Stéfano.
Sua saída ocorreu em 2007, após 11 anos de glórias. Deixou o Real Madrid como o estrangeiro com mais partidas pelo clube — recorde depois superado por Marcelo e Benzema.
Depois, atuou pelo Fenerbahçe (Turquia), Corinthians (Brasil) e Anzhi Makhachkala (Rússia), onde encerrou a carreira e iniciou a trajetória como treinador.
Dirigiu equipes como Sivasspor, Akhisar Belediyespor (ambos da Turquia) e Delhi Dynamos (Índia).
Roberto Carlos é um símbolo de talento, disciplina e sucesso — um dos maiores laterais da história do futebol mundial.
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