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O roteiro sustenta a tese de que Alexandre de Moraes está sendo gradualmente descartado pelo próprio sistema político que antes o protegeu, repetindo um padrão histórico da política brasileira: usar uma figura poderosa para executar decisões duras e, quando o custo político aumenta, transformá-la em bode expiatório para preservar a estrutura de poder.
O texto traça um paralelo direto com Eduardo Cunha, que foi essencial no impeachment de Dilma Rousseff, mas acabou isolado, condenado e inelegível quando passou a representar risco para o sistema. Da mesma forma, Moraes teria cumprido o papel de enfrentamento direto a Bolsonaro e ao bolsonarismo, mas agora começa a sofrer desgaste controlado via imprensa, críticas institucionais e escândalos laterais — especialmente o caso do Banco Master e a atuação do escritório de advocacia ligado à sua esposa.
A narrativa aponta que o escândalo não se limita a Moraes, envolvendo interesses financeiros e políticos muito mais amplos, mas que o sistema já teria decidido concentrar a responsabilidade nele para evitar um efeito dominó.
São apresentados três cenários possíveis:
Saída negociada, com renúncia silenciosa e preservação da imagem.
Resistência, levando a um desgaste político gradual e perda de poder.
Ruptura total, caso o escândalo se amplie e atinja figuras centrais do sistema — cenário menos provável, mas de alto impacto.
A conclusão reforça que o que está em curso não é justiça, mas estratégia, e que o sistema só se reorganiza quando pressionado por opinião pública, mídia alternativa e análise constante. O texto encerra provocando o espectador a refletir sobre quem será o próximo a fazer o “trabalho sujo” acreditando que estará protegido.O roteiro sustenta a tese de que Alexandre de Moraes está sendo gradualmente descartado pelo próprio sistema político que antes o protegeu, repetindo um padrão histórico da política brasileira: usar uma figura poderosa para executar decisões duras e, quando o custo político aumenta, transformá-la em bode expiatório para preservar a estrutura de poder.
O texto traça um paralelo direto com Eduardo Cunha, que foi essencial no impeachment de Dilma Rousseff, mas acabou isolado, condenado e inelegível quando passou a representar risco para o sistema. Da mesma forma, Moraes teria cumprido o papel de enfrentamento direto a Bolsonaro e ao bolsonarismo, mas agora começa a sofrer desgaste controlado via imprensa, críticas institucionais e escândalos laterais — especialmente o caso do Banco Master e a atuação do escritório de advocacia ligado à sua esposa.
A narrativa aponta que o escândalo não se limita a Moraes, envolvendo interesses financeiros e políticos muito mais amplos, mas que o sistema já teria decidido concentrar a responsabilidade nele para evitar um efeito dominó.
São apresentados três cenários possíveis:
Saída negociada, com renúncia silenciosa e preservação da imagem.
Resistência, levando a um desgaste político gradual e perda de poder.
Ruptura total, caso o escândalo se amplie e atinja figuras centrais do sistema — cenário menos provável, mas de alto impacto.
A conclusão reforça que o que está em curso não é justiça, mas estratégia, e que o sistema só se reorganiza quando pressionado por opinião pública, mídia alternativa e análise constante. O texto encerra provocando o espectador a refletir sobre quem será o próximo a fazer o “trabalho sujo” acreditando que estará protegido.
Por fim, discutimos como a narrativa de valores morais, espiritualidade e identidade religiosa pode fortalecer a conexão com parte do eleitorado, especialmente o segmento evangélico, e quais são os riscos e oportunidades dessa estratégia rumo a 2026.
💬 E você, qual é o impacto dessa possível candidatura para o futuro do Brasil?
Deixe seu comentário com a palavra-chave “Eleição2026”.
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Aqui, política não é torcida. É estratégia, poder e futuro.
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#bolsonaro #politica #direita
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