Free Fire: jogadores comentam o segredo do sucesso do aplicativo mais baixado do mundo

Falando um pouco sobre o jogo em si, como qualquer jogo de Batalha Real, mistura três elementos: sobrevivência no estilo last man standing (último homem de pé), exploração do ambiente e coleta de recursos e equipamentos. Disputadas individualmente ou em pequenos esquadrões, as partidas funcionam da seguinte forma: após caírem de paraquedas num cenário específico, geralmente uma ilha, os jogadores ficam confinados e precisam coletar armas espalhadas pelo território. O único objetivo é eliminar uns aos outros até que reste só um homem de pé. Ao contrário da maioria dos jogos de tiro, quem morre não volta, a menos que comece outra partida. Durante a disputa, jogadores do mesmo “time” podem conversar através do fone de ouvido.
O número de pessoas online varia. Em PubG e Fortnite, por exemplo, são 100 players, em Free Fire, 50. Com o passar do tempo, o mapa do jogo vai sendo reduzido, forçando os jogadores a se encontrarem, facilitando a eliminação de um a um. Para eliminar os rivais, os jogadores têm à disposição armas como espingardas, carabinas, metralhadoras, escopetas, pistolas, granadas e até coquetel molotov. Também é possível escolher em um menu roupas, óculos, fantasias e estilo de cabelo para incrementar o avatar.
A febre entre jovens e adultos, incluindo o atacante da seleção brasileira Neymar, que projetou uma sala especialmente dedicada para jogar games online com amigos, se tornou a bola da vez. E os jogos como Battle Royale, Fortnite, Free Fire entre outros, tornaram-se a atração favorita de crianças e adolescentes em todo mundo. Isso por conta de seus gráficos bem elaborados e de sua jogabilidade. Porém, profissionais do cenário competitivo do mobile põem a acessibilidade como o grande trunfo para o enorme sucesso.
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