A fundação de Princesa seguiu, rigorosamente, as normas tradicionais da colonização portuguesa que, via de regra, começava com a edificação da Cruz, marco imperecível da fé e símbolo do cristianismo. Nos fins do século XIX, em 1875, o arraial que, anteriormente, era também chamado "Fazenda de D. Nathália", foi elevado à categoria de Freguesia de N. S. do Bom Conselho, pela lei 596, de 26 de novembro daquele ano, que revogada pela lei de nº 659, de 5 de fevereiro de 1879, foi, finalmente, restaurada pela de nº 705, de 3 de dezembro de 1880. Três anos depois, foi elevada à categoria de Comarca, com a lei 751, de 27 de novembro e classificada de 1º entrância a 16 de maio de 1900, por força do decreto nº 155. Em 1921, Princesa é elevada a cidade, atingindo, portanto, o último degrau de sua ascensão administrativa.
Economia
No plano econômico da década de 20, Princesa participou do surto algodoeiro, passando o algodão a ser sua principal fonte de renda. Outra atividade agrícola de destaque no município era a produção de grãos - milho, feijão e arroz - que abastecia o vale do Piancó, uma região que dependia basicamente do pastorício. Com a abundância de grãos, foi construído, em 1924, um silo de concreto com capacidade para 600 sacas de milho.
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