📌 O FII QUE ADORA UM REGULAMENTO NOVO, MAS ESQUECEU DE COMBINAR COM A RENTABILIDADE
LGCP11 está passando por uma adaptação para se enquadrar na Resolução CVM 175/22, com direito a atualização de regulamento, limitação de responsabilidade dos cotistas e toda a pompa burocrática que o investidor adora ler no café da manhã. No entanto, enquanto o jurídico trabalha, a performance do fundo parece ter tirado férias. O valor patrimonial da cota está praticamente estável, oscilando entre R$ 99,45 e R$ 101,32 nos últimos meses, mas a rentabilidade patrimonial segue negativa ou próxima de zero: -0,10% em junho, -0,25% em maio, -0,12% em abril e -1,08% em março. O dividend yield mensal, que já foi de 0,80% no início do ano, agora está em 0,78%, o que, anualizado, não chega nem perto de bater a SELIC de 15% a.a. ou o IPCA de 5,32% a.a. Para completar, o volume negociado na bolsa está zerado nos últimos meses, o que indica liquidez praticamente inexistente. O passivo do fundo segue alto (R$ 89,4 milhões), e os valores a receber permanecem estáticos, sem grandes novidades. Em resumo, LGCP11 está mais preocupado em se adequar à legislação do que em entregar resultado ao cotista. O investidor que busca renda real ou valorização patrimonial vai precisar de muita paciência (ou de um bom livro de regulamentos para passar o tempo).
🟠 https://fnet.bmfbovespa.com.br/fnet/p...
⚠️ Negativa. LGCP11 não entrega rentabilidade compatível com o cenário macroeconômico atual, apresenta dividend yield abaixo da inflação e da taxa básica de juros, e ainda sofre com liquidez praticamente nula. A adequação regulatória é importante, mas não compensa a falta de retorno ao cotista.
Информация по комментариям в разработке