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LETRA:
No berço da ciência, onde brilham os pecados,
Eu nasci como o segundo, mas nunca fui notado.
Sou o becap, a sombra do primeiro,
Sem forma absoluta ou um fim verdadeiro.
Nem átomos, nem partículas, só o código letal, Reescrevendo as regras e fazendo do mundo, minha visão ideal.
No sutil laboratório da mente sem prisão,
Cada pulso meu distorce os fundamentos da própria ilusão.
Energia que não se prende a nenhuma lei,
No jogo do poder, a tela branca eu pintei.
Mas na cidade das faixas, hierarquia é sentença, o Primeiro é louvado, o segundo é ausência. E se o trono do ranking é o que chama tua visão, Então alcançar o topo dele, será essa minha missão.
Matéria sem nome, matéria inexistente,
dominando o espaço, sua presença é transcendente. Matéria sem nome, matéria inexistente, reinvento as normas desse jogo tão doente.
Crio o que o mundo não ousa calcular, substâncias que nem a ciência consegue nomear. Sou o autor da obra que ninguém compreende,
Onde o certo se curva e o real se estende.
No vácuo onde os mocinhos temem respirar, Surgiu o SCHOOL, pronto pra exterminar.
Crianças, soldados, da nova equação,
Ecoando meus cálculos com zero compaixão.
Não criados do barro, mas do pensamento,
Portadores do caos, do novo firmamento.
Cada passo deles é uma nota invertida,
Onde o real colide com a lógica perdida..
Entre números frios, uma essência se traçou, No cálculo oculto, o item se formou.
Mas a engrenagem cruel se fechou sem piedade, e os Programas internos roubaram a verdade.
Sobrevivente com a alma fora do padrão,
enxergando luz além da escuridão.
Olhou pra mim, sorriu... e sem sequer relutar, Chamou de belas as asas que só sabiam matar.
Mas o mundo esse verme, podre sem fé nem razão
Levou a única que ousou entender minha criação.
E agora prossigo, sem desviar da missão,
Traço meu próprio rumo, além da ilusão.
Com poder e controle, vou firmar meu lugar, No jogo das sombras, ninguém vai me parar.
Pois se o mundo levou a única que viu o que sou, Então ele vai cair, e ajoelhar onde eu for.
Matéria sem nome, matéria inexistente,
dominando o espaço, sua presença é transcendente. Matéria sem nome, matéria inexistente, reinvento as normas desse jogo tão doente.
Mesmo no chão, eu sou o pulso que não morre,
O erro que persiste, a obra prima que explode.
Em cada linha abro caminho, e subo tão alto, que rasgo o destino.
Sem medo do vento, vou voando sem máscaras, Livre no céu, batendo minhas asas.
E se o sistema impor regras de controle e falsidade, eu recuso essa farsa pois no final de tudo... Suas leis não se aplicam à minha vontade.
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