LETRA:
Londres respira em silêncio profundo,
Um labirinto oculto que reparte os dois mundos.
Névoas densas e ruas sombrias,
Segredos antigos, histórias vazias.
Entre Runas no chão, e juramentos quebrados,
Verdades seladas em pactos rasgados.
Ordem que envia, alma que obedece,
Mesmo quando o fogo já não mais aquece.
Na fumaça das crenças, um vulto sem lar,
Feito pra lutar… mas sem lugar pra voltar.
Cada parede, um selo traçado,
Um campo de guerra, um chão consagrado.
A cada passo, a ordem ressoa,
Na cruz da igreja, minha alma ecoa.
Essa fé que me deram... queima sem luz,
Com promessas torcidas, pregadas em cruz
Selava lembranças com mãos vacilantes,
Roubo sagrado em ciclos constantes.
Cortava o laço pra salvar da dor, Negava o passado pra manter o amor.
Mas então… um punho ergueu-se em desafio,
Desfez mil encantos num só desvio.
Kamijou... o nome que ecoa e arde,
Com seu punho vazio e discurso covarde.
Você não conhece o que tive que fazer,
Pra que ela vivesse sem mais sofrer.
Odeio o que ele representa no fim,
Um lugar ao lado dela que nunca foi pra mim.
Ela segura sua mão e anda confiante,
Enquanto meu nome… se apaga distante.
As runas se espalham como versos perdidos,
Cada linha acesa em sacrifícios contidos.
Innocentius, escudo da justa punição,
Arde por fora e sela o coração.
Invoco o santo, cercado em cruz,
E aqueles que passam, viram as cinzas da luz.
Cicatriz em brasa, olhar sem temor,
Tatuado no peito: o peso da dor.
Mas o fogo não volta, ele só consome,
E eu carrego o silêncio… junto ao meu nome.
Se um dia me ouvir, saberá no som,
Que eu não protejo… eu queimo a ilusão.
No fim do caminho, sem fé nem abrigo,
Só resta a chama... e o vazio como amigo.
Mas não recuo — e venha o herege,
Pois ao pisar no círculo, o inferno se ergue.
Se o céu me nega, que arda o caminho,
Pois a fé me moldou pra andar sozinho.
E Mesmo se falho, não posso recuar —
Porque Fortis não cai. Ele aprende a queimar.
Fé de cinzas, sangue e rancor,
O mago do fogo, refém da dor.
Não rezo mais e nem olho o céu,
Só escrevo justiça num pergaminho cruel.
Fizeram de mim um executor discreto,
Com ordens divinas e um coração incompleto.
E se o inferno é o preço por andar e lutar,
Então eu me queimo pra não a deixar.
Chamas dançam, silêncio profundo,
Poder que queima e isola o mundo.
No campo da batalha, um lobo a uivar,
Sem rumo, sem causa, só a dor a queimar.
Carrega o silêncio como última espada,
E a solidão constante... como armadura encantada.
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